AS CHAVES DO NOSSO PASSADO 000

As Chaves do Nosso Passado

No tópico “Energia Masculina e Feminina”, falamos sobre os hemisférios cerebrais. Quando você acompanha os assuntos abordados neste Blog, você tem duas escolhas de como compreendê-los: Pode vê-los a partir do hemisfério esquerdo, tirar notas e observar cuidadosamente a lógica em cada passo ou pode vê-los a partir do hemisfério direito, deixá-los decorrer e não pensar, senti-los, como um livro de aventura ou romance, de uma forma descontraída. Funcionará de ambas as formas. O mais adequado é tentar ver pelos dois ângulos, se possível. É através do equilíbrio que a saúde física e mental regressa. Qualquer uma das formas que você adote, o fato de estar lendo é o que interessa, e o que você recebe é aquilo que tem de receber.

Este tópico está separado em três partes. Primeiro, vamos falar sobre a existência da vida extraterrestre, depois vamos analisar a vida humana antes da história registrada, e finalmente terminaremos com o porquê de certas coisas estarem acontecendo hoje, na Terra.

PARTE 1 – A TRIBO DOS DOGONS, SIRIUS B E GOLFINHOS

Existe uma tribo africana, perto de Timbuktu, chamada os Dogons, que retêm informação que seria absolutamente impossível de saber, de acordo com as normas atuais.

Os Dogons têm uma caverna, na sua terra, que se estende no interior de uma montanha e, nesta caverna, existem desenhos com mais de 700 anos de idade.

Agora, a estrela mais brilhante no céu, para nós, chama-se Sírio, recentemente chamada de Sírio A.

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Se você observar o cinturão de Orion, seguindo-a para baixo e para a esquerda, você pode vê-la.

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A informação na caverna dos Dogons mostra especificamente a estrela Sírio. Eles são muito específicos sobre esta estrela e têm um diagrama, não apenas do padrão rotacional de Sírio, mas também de uma estrela menor a orbitá-la.

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Eles dizem que é muito antiga, muito pequena e feita da matéria mais pesada do Universo.

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Eles também dizem que leva aproximadamente 50 anos para esta pequena estrela orbitar Sírio.

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Os astrônomos foram capazes de validar a existência desta estrela secundária, agora chamada Sírio B, em 1862, mas só há cerca de 30 anos atrás é que conseguiram validar o resto desta informação.

Da forma como as estrelas evoluem quando são muito velhas, têm duas opções; podem tornar-se supernova ou explodir como uma gigante vermelha, causando uma explosão, e lentamente colapsar numa anã branca.

Sírio B é uma anã branca que corresponde com aquilo que os Dogons dizem.

As anãs brancas são o menor tipo de estrela e estima-se que pesam cerca de 1,5 milhão de tonelada por polegada cúbica! Além dos buracos negros, isto seria certamente a matéria mais pesada do Universo ou, pelo menos, bastante próximo disto.

Os Dogons estavam corretos em todos os aspectos. Não só neste ponto, mas também quando verificaram o padrão rotacional de Sírio B à volta da estrela maior, Sírio A, eles descobriram que era de 50, 1 anos. Isto não pode ser tudo uma coincidência! Contudo, como é que uma antiga tribo primitiva sabe tanta informação detalhada sobre uma estrela que só foi realmente possível medir nos últimos 30 anos? E isso não é tudo o que eles sabiam. Eles também sabiam sobre os outros planetas do nosso sistema solar, incluindo Urano, Netuno e Plutão. Eles sabiam exatamente como é a aparência destes planetas quando nos aproximamos deles desde o espaço, bem longe da Terra. Eles sabiam sobre os glóbulos brancos e vermelhos e tinham todo o tipo de informações fisiológicas sobre o corpo humano. Tudo isto vindo de uma “tribo primitiva”.

Naturalmente, uma equipe de cientistas perguntou aos Dogons como eles sabiam isto tudo. Isto foi, provavelmente, um erro para estes pesquisadores porque se eles aceitaram que os Dogons tinham realmente esta informação, tinham de aceitar a forma como eles a obtiveram. Os Dogons disseram-lhes que os desenhos na parede da caverna lhes mostraram. Os desenhos mostram uma nave voadora “na sua forma familiar” vinda do céu e aterrando em três pernas. Depois mostra os seres da nave mergulhando e voltando para a superfície da água.

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Estes seres parecem-se bastante com os golfinhos. De fato, talvez fossem golfinhos, mas não temos certeza. Depois começaram a comunicar-se com os Dogons. Eles descreveram de onde vinham e deram à tribo dos Dogons a informação.

Eis outra coisa que os Dogons sabiam: Este pequeno desenho estava nas paredes, mas os cientistas não sabiam o que era até computadores calcularem as órbitas de Sírio A e B.

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Visto da Terra, este padrão mostrado na caverna é idêntico ao padrão de Sírio B movendo-se à volta de Sírio A, num espaço de tempo entre os anos 1912 e 1990.

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Estas duas datas são até muito importantes. 1912 foi o primeiro ano em que começamos a nos comunicar com os Greys

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E, em 1990, foi formada uma grade eletromagnética específica à volta do planeta, a rede de consciência (leia o tópico “A História da Humanidade – Parte 3”).

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Outra coisa sobre esta rotação: É exatamente o mesmo movimento rotacional do DNA.

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PARTE 2 – QUAL É A REALIDADE DA ESFINGE?

Esta é, provavelmente, uma das descobertas mais importantes de todos os tempos, no planeta! O primeiro a realmente descobrir isto foi R.A. Schawller de Lubicz. Ele é um famoso arqueólogo Egípcio que escreveu muitos livros. Ele e a sua sobrinha, Lucie Lamy, demonstraram um entendimento profundo de Geometria Sagrada e da cultura Egípcia.

Agora, na Esfinge, existem padrões de uso e de corte que são totalmente diferentes dos padrões de outros edifícios no Egito.

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Na parte de trás da Esfinge, existem cortes de 3,6 metros de profundidade desde a superfície. Este padrão aparenta ser amaciado por água, em oposição a todos os outros edifícios e estruturas construídas pelos Egípcios, que são apenas texturados por areia e vento.

A última vez que houve água na área do Egito foi há cerca de 12.000 anos atrás, no final da última era do gelo. Os cientistas determinaram que, depois da era do gelo, a Esfinge ficou bastante desgastada, e que depois ficou coberta por areia durante quase 8.000 anos. Contudo, a face estava acima da areia, e continuou a estar sob influência do clima. Os Egípcios não construíram a Esfinge, eles apenas a restauraram (Leia o tópico “A História da Humanidade – Parte 3”). É claro que os egiptólogos têm sido lentos a adaptar-se a esta nova e incrível descoberta, mas eu penso que sabemos por que.

Existem cerca de 5.000 arqueólogos Egípcios no mundo e todos eles concordam na maioria das coisas. Eles fazem pequenas mudanças, mas não muitas, e muitos concordam com a idade das pirâmides. Todos estes arqueólogos são muçulmanos, com algumas exceções, e o seu livro sagrado é o Alcorão.  Por favor, compreenda que não estou tentando desacreditar uma das principais religiões, mas o Alcorão afirma que a criação começou há cerca de 6.000 anos atrás, por isso, se os muçulmanos dissessem que um edifício tem 8.000 anos de idade, eles estariam em desacordo com a Bíblia deles, então, eles nem falam nisso.

Outra coisa que é realmente interessante é que a Esfinge tem uma cabeça muito pequena em relação ao corpo. É bastante desproporcional.

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Além disso, a Esfinge está voltada para uma direção específica. É um marco astronômico.

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Se tivesse sido construída quando os egiptólogos dizem que foi, isto teria sido apenas há 2.500 anos atrás, quando a constelação de Touro estava no céu.

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A única data lógica para a Esfinge ter sido construída quando foi, é quando a constelação de Leão estava no céu, durante o 11° milênio antes da era comum.

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É a data que coincide exatamente com a que as nossas novas descobertas dizem que teria sido construída.

No passado, quando algo novo como isto, que tem uma grande influência do ponto de vista mundial, era descoberto, levava cerca de 100 anos para que chegasse ao cidadão comum e este dissesse: “Ah sim, isto é verdade!” Mas agora, este tempo está se tornando cada vez mais curto devido à internet. Hoje, círculos científicos estão até começando a analisar as palavras de Platão de uma nova forma, quando ele falou sobre outra cultura, outro continente, de um turvo passado chamado Atlântida (leia o tópico “A História da Humanidade – Parte 1”).

A Esfinge é a maior escultura do planeta. Nós sabemos que não foi feita por bárbaros de cabelo comprido, mas sim por uma cultura muito sofisticada. E não foi feita por ninguém que agora conheçamos aqui na Terra.

De um ponto de vista científico, esta é a primeira evidência sólida, sobre a verdadeira idade da civilização, a ser aceita. Tem havido muitas outras evidências, mas têm sido escondidas por debaixo da mesa. Agora, teve de ser aceita a evidência de que, há 10.000 anos, alguém que era altamente civilizado esteve na Terra. Isto é apenas o início de como vamos mudar completamente o nosso ponto de vista sobre quem pensamos que somos.

PARTE 3 – RELAÇÕES DA TERRA COM O COSMOS

Estamos vivendo em tempos acelerados. Lembra que no tópico “Pensamentos” eu disse que o tempo estava acelerando? Vamos falar mais sobre isso. O que se segue é um fato de acordo com a Enciclopédia Britânica.

Obs. Sabemos que há povos mais antigos, como os bosquímanos, mas não vamos falar de povos e sim de civilizações.

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Desde o tempo da nossa mais antiga civilização conhecida, os antigos Sumérios, em 3.800 AEC, continuando por quase mais 6.000 anos até o ano 1.900 EC, um determinado número de informação foi reunida.

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Vamos apenas dizer, em termos simples, que durante este tempo aprendemos 1 saco de fatos.

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50 anos mais tarde, desde 1900 até 1950, nós aprendemos 2 sacos de fatos. Isto significa que levou 6.000 anos para conseguir 1 saco de fatos e, em apenas 50 anos, o nosso conhecimento duplicou. Espantoso! Mas depois, nos 20 anos seguintes (1970), duplicamos isso outra vez! Depois, em 10 anos (1980), duplicamos isto! Agora, estamos conseguindo sacos de fatos em meses, talvez sejam até dias, eu já nem sei.

O fato é que as coisas estão acelerando monumentalmente! Estamos vivendo dentro de uma avalanche de conhecimento! A vida neste planeta está acelerando cada vez mais, culminando obviamente em algo novo e diferente. Talvez, apenas algo fora do alcance da nossa imaginação normal.

O que isto significa para o mundo? Por que isto está acontecendo? Por que isto está acontecendo agora? Por que não aconteceu há mil anos atrás? Por que não esperou para acontecer daqui a cem, mil ou dez mil anos no futuro?

É realmente importante compreender a resposta a esta pergunta, pois se você não souber por que isto está acontecendo agora, provavelmente não irá compreender o que está acontecendo na sua vida ou como estar preparado para as mudanças que estão para vir.

Agora, a Terra tem um bamboleio. Bem, tem muitos bamboleios. Mas eu estou falando daquele que se chama Precessão dos Equinócios.

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Essencialmente, isto é uma rotação que o planeta faz, que completa um ciclo uma vez a cada 26 mil anos, e revolve devagar sobre o seu eixo, e aponta em diferentes direções.

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A ciência observa isto e diz “E agora? É apenas um bamboleio.” Mas analisando o que as antigas civilizações sabiam, vê-se uma imagem mais completa. O ponto A aponta para o centro e para longe do centro da galáxia.

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O centro da galáxia é onde existe a maior parte da energia e onde existe mais consciência.

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Sabia que não é apenas luz que existe lá em cima? Por isto, neste diagrama está a nossa rotação.

Aqui está a ponta posicionada em direção ao centro da galáxia:

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E aqui está o ponto que aponta para mais longe.

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As antigas escrituras sânscritas, que também falam sobre esta precessão, chamam isto de “Indo com os Ventos Galáticos”. Elas dizem que existem dois locais importantes neste bamboleio. Um é o “A” e o outro é o “C”. Não nas pontas, como se poderia pensar.

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Também existem locais importantes em “D” e “B”, mas não tão importantes como “A” e “C”.

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De acordo com estas antigas escrituras sânscritas, quando atingimos a posição A, começamos a despertar, e quando atingimos a posição C, começamos a adormecer.

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Continuamos neste ciclo, mas cada vez que fazemos uma rotação completa, despertamos cada vez mais. Funciona exatamente da mesma forma como o dia e a noite, na Terra.

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Você passa por este ciclo todos os dias, despertando e adormecendo, mas todos os dias você torna-se um pouco mais consciente, aprende novas coisas e não faz as mesmas coisas uma e outra vez.

Vou falar um pouco sobre religião porque podemos ver claramente este bamboleio na história registrada da humanidade.

Quando éramos os antigos egípcios, sumérios, maias e por aí a fora, éramos incrivelmente sábios.

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Talvez não tenhamos conhecido todas as avançadas complexidades do mundo que agora sabemos, mas sabíamos sobre a precessão dos equinócios e tínhamos uma avançada compreensão geométrica do Universo.

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Depois, ficamos estúpidos e tornamo-nos filósofos, não mais sábios, mas ainda capazes de compreender muitas coisas.

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Foi nesta fase que coisas como a “Sequência de Fibonacci”, “Pi” e a “Proporção Dourada” foram descobertas.

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E depois ficamos ainda mais estúpidos, e foi a esta altura que tivemos a verdadeira formação sólida da maioria das nossas atuais religiões.

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Apesar de não sermos religiosos, temos de lembrar que estas religiões foram baseadas em escrituras mais antigas que foram escritas por pessoas que compreendiam muito mais do que elas. Elas não as conseguiam compreender e é por isso que muitas histórias da Bíblia parecem ridículas. No entanto, em última instância, todas as religiões foram geradas a partir de uma compreensão mais consciente, por isso não se pode desacreditar as religiões completamente, apenas tem-se de verificar as suas origens mais antigas. Apesar de muitos erros, os chamados livros sagrados contêm um fundo de verdade que não é compreendido.

Olhando para trás, também podemos ver que fomos de um entendimento mais orientado em princípios femininos para uma forma de ver as coisas incrivelmente masculina, muito reta e ordeira, não havendo espaço para o pensamento criativo, tem de ser orientado 100% pela lógica (leia o tópico “Energia Masculina e Feminina”).

Voltemos ao assunto da precessão. Os Tibetanos e Hindus também tinham estes períodos de tempo chamados “Yugas”, que eram simplesmente eras. Cada Yuga tinha uma fase ascendente e descendente.

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Muitos daqueles que seguem crenças da “Nova Era” dirão que nós estamos nos movendo para a Era de Aquário, mas poucas pessoas sabem o que isto significa.

Estamos mesmo aqui, na Precessão dos Equinócios: Quase sobre o ponto A:

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Lembre-se que este é um tempo realmente importante para nós. Não só humanos, mas toda a Terra e, possivelmente, o nosso sistema solar.

Este é um gráfico que mostra a escala da precessão com as nossas constelações:

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O sinal astronômico que veremos no céu quando atingimos o ponto A, será o de Aquário.

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Consegue adivinhar quando atingimos exatamente o ponto A? De acordo com os Maias, parece que isto aconteceu em 21 de dezembro de 2012.

Fontes:

The Sirius Mystery – Robert Temple

The Serpent of Light – Drunvalo Melchizidek

The Ancient Secret of the Flower of Life – Drunvalo Melchizidek

Mystery of the Sphinx – Discovery Channel

Spirit Science 5 – Keys of Our Past – Jordan Duchnycz

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Mando-te Boas Vibrações!

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